
2007, na minha opinião, não foi um grande ano em termos musicais, deixo por isso uma lista bem reduzida, mas com direito a criticas especificas, para ficar uma coisa mais “composta” :p
Amy Winehouse – Back to Black – Apesar de toda a controvérsia que gira à volta de Miss Winehouse, na minha opinião este foi o melhor álbum de 2007 (que afinal foi editado muito no final de 2006…). Com todo o glamour dos anos 60, Back to Black traz-nos jazz, r&b e muita sensualidade. Um álbum extremamente feminino e que fez as delicias de uma “oldie’s” fã como eu :p
The White stripes – Icky Thump – Devo dizer que Elephant é um dos álbuns da minha vida e que esta banda deixou-me um gosto amargo com Get behind me Satan, um álbum bastante insonso… Em 2007 regressam de novo em grande, os White Stripes que eu venero, com um álbum que consegue inovar e mesmo assim manter aquele espírito tão característico da banda. De referir a passagem deles pelo alive num concerto que ficou aquém do que esperava, muito por culpa minha, admito (as expectativas eram mesmo muito elevadas) e um publico muito parado e pouco participativo também não ajudou…
Rufus Wainwright – Release the Stars – Um grande álbum, de um senhor(a) que andava a passar meio despercebido a muita gente e que deu um dos melhores concertos da minha vida, também no Coliseu. Extravagante, surpreendente e arrojado, um espectáculo onde tudo foi mesmo possível
Arctic monkeys – Favourite Worst Nightmare – O novo trabalho dos britânicos Arctic monkeys não foge muito ao que foi o seu primeiro álbum, Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not. Desiludiu-me no sentido de não terem inovado mas no geral não está mau, não senhor. Ficou também o gostinho bom do concerto no Coliseu, que mais uma vez levou o publico ao rubro.
Patrick Wolf – The Magic Position – Shame on me por ter perdido a actuação de Wolf no Lux… mas para a próxima não escapa :p fica como consolação The Magic Position, um álbum delicioso e viciante q.b..
Bjork – Volta – Bjork já fez coisas que adorei e outras que odiei. De qualquer maneira admiro-a pela originalidade e audácia musical. Volta é um grande álbum, muito sui generis, com um single, o Earth Intruders, a que é impossível ficar indiferente.